Novos Lançamentos – António Maçanita Winemaker

A Fitapreta Vinhos anuncia o lançamento dos seus novos vinhos signature series, nomeadamente o “Baga ao Sol 2014”. Carismática e famosa pela sua frescura e rusticidade, a Baga marca tanto um estilo de vinho como a identidade de toda uma região. Este vinho é o primeiro 100% Baga produzido no Alentejo, e ensaia a casta mais a sul, onde o xisto, sol e o calor, permitiram outros patamares de maturação. O resultado… é a Baga como nunca a provámos, sem nunca deixar de ser ela própria.

Fresco e perfeito para o Verão , chega também o “Rosé da Fitapreta Cuvée edição nº 2”. Um Rosé “não datado” que junta a frescura das colheita mais jovens, com a complexidade do estágio sobre borra, que apenas as colheitas mais antigas podem dar. Fino e complexo, sem nunca deixar de ser fresco e simples, como um grande Rosé deve ser.

Ambos chegarão ao mercado na semana de 9 a 14 de Junho.

Dos Açores chegam pela Azores Wine Company, o “Terrantez do Pico 2016”, feito a partir de uvas maiori-tariamente vindimadas na ilha de São Miguel e transportadas para ilha do Pico, este vinho apresenta-se fresco, com boa acidez e uma grande componente salina.
Chega também o “Verdelho o Original 3 Ilhas 2016,” este vinho, fresco mineral e salino, tem a matriz das castas e Terroir Açorianos, mas com um aroma mais exuberante, mais tropical, mais ananás e maracujá, de fruta fresca com acidez, este Verdelho é o “Original”, o das ilhas, o da frescura e da salinidade.

Vai ser lançado ainda o “Arinto dos Açores Sur Lies 2016”, Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, apresenta aroma mineral puro, citrino, com notas de toranja. Ataque tenso, fresco com uma mineralidade e acidez muito presentes, boa persistência e notas salinas.
Este vinho é designado como Sur lies (sobre borras), transfega após 24h para cubas de fermentação de 600-1000l deitadas como barricas, sendo os mostos durante a fermentação sujeitos a “battônage”.

Estes vinhos dos Açores chegarão ao mercado na primeira semana de Agosto.

Lavradores de Feitoria apresenta novas colheitas de ‘Cheda’

Branco e rosé de 2016 e tinto de 2014

Lavradores de Feitoria apresenta novas colheitas de ‘Cheda’

A duriense Lavradores de Feitoria, dos vinhos ‘Lavradores de Feitoria’, ‘Gadiva’, ‘Três Bagos’, ‘Meruge’ e ‘Quinta da Costa das Aguaneiras’, tem ainda a marca ‘Cheda’, que acaba de inaugurar o branco de 2016, depois do rosé, também de 2016, e do tinto de 2014. Um trio de vinhos desenhadas, em particular, para o consumidor descomplicado, e cujos lotes são feitos a partir de uvas de vinhas entre os 25 e os 30 anos, provenientes das quintas dos diversos produtores da Lavradores de Feitoria.

Com um perfil jovem, frutado e fresco, o ‘Cheda branco’ contém na sua “fórmula” as castas Malvasia Fina, Síria e Gouveio. Um branco bastante aromático, que na cor é citrino brilhante e no nariz revela a notória presença de fruta, como ameixa branca e ananás maduro, complementada com notas florais. Na boca, o ‘Cheda branco 2016’ exprime a frescura, a mineralidade e um bom equilíbrio entre estrutura e acidez, com a fruta a sobressair de novo, mas ao nível do alperce e da banana madura.

Elaborado a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, o ‘Cheda rosé’ tem assumidamente um perfil gastronómico. A colheita de 2016 apresenta uma cor salmonada e denota a presença de fruta, sobretudo de frutos vermelhos, como a framboesa, que em harmonia com a frescura do ananás e das notas cítricas lhe confere vivacidade e elegância na boca. Um rosé fresco e elegante; uma excelente opção para iniciar uma refeição de Verão em família ou um encontro de final de tarde com os amigos.

De um vermelho rubi, intenso e profundo, o ‘Cheda tinto 2014’ é, tal como os anteriores, um DOC Douro, desta feita elaborado três típicas castas durienses: Touriga Franca, Tinta Roriz e Touriga Nacional. A fermentação do lote ocorreu em cubas de inox, mas o estágio foi repartido entre inox (2/3) e barricas de carvalho francês usadas (1/3), por um período de oito meses. No nariz manifesta-se um vinho intenso e bastante frutado, com aromas a fruta vermelha bem madura, como a ameixa, complementadas pelas especiarias provenientes do estágio em madeira. Na boca, este ‘Cheda tinto’ é fresco, muito equilibrado, com forte presença de fruta, taninos suaves, boa acidez e uma excelente estrutura. O final de boca é muito fresco, a demonstrar capacidade de evoluir mais anos em garrafa.

Lançada pela Lavradores de Feitoria em 2004, a marca ‘Cheda’ manteve-se no mercado até 2010. Foi relançada anos mais tarde, em 2014, pelas mãos do produtor, numa parceria de exclusividade para o mercado nacional, com a distribuidora Garcias. Do relançamento fizeram parte o trio acima apresentado – ‘Cheda branco’, ‘Cheda rosé’ e ‘Cheda tinto’ – e um ‘Cheda Reserva tinto’ (€11,00). Em 2016, foi chegada a vez de uma nova referência, o ‘Cheda Reserva branco’ (€10,50). À venda, estes vinhos estão em garrafeiras, lojas especializadas e em restaurantes e outros pontos do canal horeca, não chegando às grandes superfícies.

Lançamento Lavradores de Feitoria Rosé 2016

Lavradores de Feitoria Douro: depois do branco é chegada a vez do rosé de 2016

De cor líchia pálido, em plena harmonia com os “pantones” de Primavera-Verão, chega-nos a nova colheita do ‘Lavradores de Feitoria rosé’. Da vindima de 2016 e com o rótulo a envergar o novo lettering da empresa duriense, revela-se um rosé bastante versátil: com estrutura para beber à mesa; e elegância e frescura para momentos de descontracção numa esplanada, praia ou piscina.

Elegante e harmonioso, o ‘Lavradores de Feitoria rosé 2016’ é feito à base de Touriga Franca, uma das principais castas da região do Douro e a responsável por lhe conferir tamanha densidade aromática. Um vinho limpo, no qual sobressai a frescura e a presença evidente de fruta, a lembrar morango com nuances de ananás e citrinos, no nariz, e a reforçar o morango a contrastar com a toranja, na boca.

Com uma acidez bem equilibrada e uma entrada suave, é um vinho leve, ideal para refrescar os dias mais quentes. Um rosé fresco e seco, características que lhe conferem aptidão gastronómica. Com um preço “de prateleira” – PVP recomendado ao consumidor – pouco acima dos quatro euros, tem uma excelente relação qualidade-preço, impondo-se como uma escolha acertada para o consumo do dia-a-dia.

INFORMAÇÃO TÉCNICA

Lavradores de Feitoria rosé 2016 – DOC Douro

  • PVP: €4,30
  • Álc.: 12,5%
  • Acidez Total: 4,91 g/l
  • pH: 3,57

Sobre a Lavradores de Feitoria
Criado em Setembro de 2000, é um projecto único que resultou da união de quinze lavradores, proprietários de dezoito quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Douro, repartidas pelas três sub-regiões: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior. Pela primeira vez na região, um grupo de convictos durienses associou saberes e experiências, inovação e tradição, num esforço conjunto e solidário que marcou uma nova época para o Douro. Partilha e associativismo, concertados de uma forma moderna, razoável e inteligente, são os valores subjacentes à Lavradores de Feitoria. Actualmente são 48 os accionistas, dos quais 15 são lavradores proprietários de 18 quintas. Acresce a Quinta do Medronheiro, comprada em 2011 com capital da empresa. No total, têm ao seu dispor, uvas provenientes de mais de 600 hectares de vinha.

Lançamento do Cortes de Cima Touriga Nacional 2014

Cortes de Cima Touriga Nacional 2014

Lançamento do Cortes de Cima Touriga Nacional 2014

O nosso varietal Touriga Nacional é comercializado apenas em anos excepcionais e em quantidades muito limitadas. O nosso mais recente lançamento, apenas o sexto desde que começamos a engarrafar em 2003, atinge novamente os elevados padrões que procuramos sempre alcançar na expressão alentejana desta esplendorosa casta portuguesa.

“Este vinho tem aromas encantadores típicos da Touriga a flores de cerejas pretas. O palato é equilibrado e viçoso com fruta preta fresca. Muito distinto.” – IWC 2017

Cortes de Cima Touriga Nacional 2014 – Alentejo Red Trophy – IWC 2017
Cortes de Cima Touriga Nacional 2012 – Portuguese Red Trophy and Alentejo Red Trophy – IWC 2015
Cortes de Cima Touriga Nacional 2005 – Portuguese Red Trophy and Alentejo Red Trophy – IWC 2008 Gold Medal (BEST IN CLASS) – IWSC 2008
Cortes de Cima Touriga Nacional 2003 – Touriga Trophy – IWC 2005 Troféu Excellence – Citadelles du Vin 2005

Até à data, as 6 vindimas de Cortes de Cima Touriga Nacional ganharam 7 Troféus, 3 medalhas Grande Ouro, 11 medalhas de Ouro e 21 medalhas de Prata nos principais concursos internacionais.

Soalheiro Nature “Pur Terroir” 2016

Quinta de Soalheiro lança Soalheiro Nature “Pur Terroir” 2016

Soalheiro lança primeiro alvarinho bio sem adição de sulfitos

Tal como o Terramatter, que surge agora na versão 2016, é um Soalheiro inovador e integralmente diferente

No ano em que assinala 35 anos, a Quinta de Soalheiro lança o primeiro Alvarinho Biológico produzido sem adição de sulfitos: o Soalheiro Nature “Pur Terroir”. Tal como o Terramatter, que surge agora na versão 2016, é um Soalheiro integralmente diferente. Com a aposta nestes dois vinhos naturais, estão assim abertas as portas à inovação e a um novo mundo de prazeres gustativos antes por nós desconhecidos.

Nature “Pur Terroir” 2016: Um Soalheiro “fora da caixa”

Elaborado com uvas de produção biológica da casta Alvarinho e não sujeito a filtração, a cor e o aroma do Nature são intensos e o sabor complexo, a pedir que seja descoberto com entusiasmo. Afinal é um Alvarinho 100% elaborado sem adição de sulfitos, com fermentação alcoólica e malolática completas. O engarrafamento sem filtração faz com que o vinho em garrafa esteja sujeito a depósito, sendo este depósito essencial para a proteção da oxidação, facilitando uma evolução estável deste Soalheiro “fora da caixa”. O Soalheiro Nature surge na colheita 2016 pela primeira vez, uma colheita perfeita e com um perfil elegante e expressivo.

Esta primeira colheita surge num ano muito importante em que o Soalheiro comemora 35 anos de pioneirismo no Alvarinho, sempre com vontade de se ultrapassar, assumindo dimensões com personalidade marcante e a vontade constante de ser reconhecido pela sua humildade como um especialista em Alvarinho. ‘Este Soalheiro pode ser amado, ou não, mas tem para nós a responsabilidade de levar esta casta ao limite no seu “Pur Terroir” Monção e Melgaço – o ponto mais norte de Portugal e a Origem do Alvarinho.’ – afirmam os produtores.

Sugestão de Acompanhamento:
Pratos de peixe e carnes brancas. Vinho a pedir comida.

Cortes de Cima Amphora 2014

Cortes de Cima lança Amphora 2014

Um lote de Aragonez, Syrah, Touriga Nacional e Trincadeira, com processo de fermentação em amphoras de boca larga e cerca de 600Kg de capacidade, seguida de estágio em amphoras de boca estreita de 150l.

O barro mantido puro, por ausência de revestimento nas amphoras utilizadas, permite natural evaporação e concentração do vinho, a sua porosidade facilita contacto controlado com o oxigénio ao longo dos 12 meses de maturação.

Intervenção minimalista e utilização de técnicas ancestrais, conduzem a uma nova identidade, um encontro entre a tradição e a aplicação dos novos conhecimentos sobre os processos de vinificação.

Características Técnicas
Castas : 45% Aragonez, 30% Syrah, 15% Touriga Nacional, 10% Trincadeira.
2.400 garrafas (75cl).
Engarrafadas na propriedade em Março 2016.
Envelhecido durante 12 meses em amphoras de barro não revestido.

Disponível somente em garrafas: 75cl.

Saiba mais sobre este vinho no site do produtor