Monte da Ravasqueira apresenta ao Mercado o Reserva da Família Tinto 2015

O Monte da Ravasqueira acaba de apresentar ao mercado o novo Reserva da Família Tinto 2015. Um vinho especial que homenageia a família José de Mello através da produção de um reserva que tem origem na viticultura de precisão e na escolha das parcelas que melhor representam o perfil de vinho deste tinto.

O vinho Ravasqueira Reserva da Família Tinto 2015 é o resultado de uma análise profunda da vinha, da qual resultou a seleção dos talhões das castas que mais se destacaram pela sua elegância, concentração e carácter, as características-pilar desta gama Reserva. Os solos e a topografia únicos do Monte da Ravasqueira permitem destacar zonas da vinha com maior equilíbrio e potencial, permitindo, assim, separá-las para dar origem a este vinho.

Foi produzido a partir das Castas Syrah e Touriga Nacional, vindimadas manualmente, num equilíbrio que resulta a sua cor grená profunda e opaca.

Lançamento Cortes de Cima Dois Terroirs 2014

Lançamento Cortes de Cima Dois Terroirs 2014

Este lote de 50% Aragonez, 25% Syrah e 25% Pinot Noir resulta da fusão de dois terroirs distintos. Pinot Noir, plantada nas areias da fresca costa atlântica, contribui com frescura e elegância, que equilibra a abundante fruta do Aragonez e da Syrah, plantadas nos solos argilosos sobre calcário no interior da região.

Lavradores de Feitoria e Bons Rapazes juntam-se para lançar dupla de vinhos

Lavradores de Feitoria e Bons Rapazes juntam-se para lançar dupla de vinhos

O empresário de social media Tiago Froufe da Costa (Luvin) idealizou, o actor Pedro Teixeira matutou, e a Lavradores de Feitoria materializou. Assim nasceram dois vinhos com a assinatura ‘Bons Rapazes by Lavradores de Feitoria’. Um branco de 2016 e um Reserva tinto de 2014, são estas as duas referências que encetam esta dupla de néctares de Baco. Uma iniciativa que resultou, primeiro, de um namoro que começou há mais de um ano e, depois, de um casamento que dita a perfeição até ao último detalhe.

“Um branco descomplicado e um tinto para a mesa” foi o que Pedro Teixeira e Tiago Froufe da Costa, amigos e mentores do site Bons Rapazes, pediram ao produtor de vinhos do Douro Lavradores de Feitoria. Depois de apresentados em preview no Douro TGV, em Maio, os ‘Bons Rapazes by Lavradores de Feitoria’ estão agora a chegar ao mercado, em exclusivo, a garrafeiras e restaurantes. Para regalo de todos, vão também estar à venda em www.bonsrapazes.com.

Com raízes vinhateiras e um verdadeiro wine lover, já há muito que Tiago Froufe da Costa andava a “desenhar” um vinho que bebesse algo de si. Menos conhecedor, mas apreciador, o amigo e parceiro nesta coisa de serem Bons Rapazes, adorou a ideia. Uma acção de good will promovida pela Lavradores de Feitoria foi o motivo para avançarem. Juntos rumaram ao Douro para meter as mãos na massa.

Esta é, portanto, uma história com um final feliz traduzida num dueto de vinhos feitos a “quatro mãos” – porque, por um lado, há dois Bons Rapazes e, por outro, o enredo contempla dois intérpretes, ou seja, o site Bons Rapazes e a Lavradores de Feitoria.

Dois vinhos, duas marcas

Com um perfil jovem, frutado e fresco, esta primeira edição do ‘Bons Rapazes branco’ é um DOC Douro de 2016. Versátil e descomplicado, é um vinho para o dia-a-dia. De cor cítrica, resulta do blend das castas Malvasia Fina, que lhe confere elegância, Gouveio, que intensifica a frescura que casa bem com o aroma e o sabor frutados das castas Síria e Sauvignon Blanc. Um vinho submetido a fermentação e estágio em inox, detalhe que enaltece a boa presença de fruta. A mineralidade e a acidez equilibrada outorga-lhe complexidade e um final longo na boca.

O ‘Bons Rapazes Reserva tinto 2014’ nasce de um conjunto de sensações que convergem na escolha da Touriga Franca, proveniente de uma parcela de vinha do vale do rio Pinhão, lugar do Douro onde esta variedade se revela mais fresca e elegante. À casta que desempenha o papel principal deste vinho juntou-se a Tinta Roriz e a Touriga Nacional, num trio de castas de vinhas com mais de 30 anos. A fermentação foi feita em cubas de inox e lagares de pedra, seguida de um estágio de 50% do lote em inox, 25% em barrica de carvalho francês novas e 25% em barrica de carvalho francês de segundo ano, durante 12 meses. Resultado: o seu conjunto confere uma cor vermelha viva e profunda a este tinto. No nariz, revela-se muito aromático e elegante, predominando as notas de frutos vermelhos maduros, como a cereja preta e o cassis, graças ao estágio em barrica de carvalho francês de segundo ano, do qual se realçam, ainda, – e em boca – as especiarias. Ao mesmo tempo, denota frescura, tornando-o um vinho equilibrado, de boa estrutura e que promete longevidade em garrafa.

Lançamento Vale de Mata Reserva tinto 2013

Foi lançado o Vale da Mata Reserva tinto 2013.

Vale da Mata era o nome de uma pequena vinha situada nos contrafortes da Serra de Aire, nas Cortes, onde o Avô Manuel diz ter feito o melhor vinho da sua longa vida de agricultor. Foi ele quem deu o nome a este vinho, que a neta teve o prazer de ajudar a conceber. O Vale da Mata recupera, pois, uma tradição familiar que assinala o regresso dos bons vinhos a uma terra peculiar.

Este projecto é uma bênção. Quase um sonho. Queremos que o vinho o seja também.

Pouca Roupa renova o dress code

Pouca Roupa renova o dress code com novas colheitas de 2016

Depois de um lançamento de sucesso, o dress code de João Portugal Ramos regressa com novas colheitas de 2016, o outfit obrigatório para todas as ocasiões.

Agora que o calor está a chegar, os vinhos Pouca Roupa são a escolha ideal para acompanhar os melhores momentos entre amigos e aproveitar os prazeres da vida.

Produzido a partir das castas Verdelho, Sauvignon e Viosinho, o Pouca Roupa Branco 2016 é ideal para acompanhar pratos de peixe, mariscos, carnes brancas e pastas, que combinam com o seu aroma fino e intenso, com notas de fruta tropical.

Para pratos mais ligeiros, como apetitivo ou a acompanhar a culinária oriental, o Pouca Roupa Rosé 2016 é composto pelas castas Aragonez, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, que lhe conferem um volume e acidez bem equilibrados, para um final na boca prolongado.

Lançamento Chryseia 2015

A parceria Prats & Symington deu origem a um novo vinho que foi apresentado esta semana – o Chryseia 2015.

De acordo com os produtores, “o Chryseia 2015 foi produzido a partir de uma rigorosa seleção de uvas provenientes das vinhas da Prats & Symington, localizadas nas Quintas de Roriz e da Perdiz. A Quinta da Vila Velha, propriedade de um membro da família Symington e vizinha da Quinta de Roriz, também deu o seu contributo, tal como tem acontecido em todas as edições anteriores do Chryseia.”

As famílias Prats e Symington fazem parte de uma nova geração de produtores de Douro DOC. A vontade das duas famílias em produzir vinhos de excelência levou a que o vinho Chryseia tenha sido o primeiro vinho tranquilo português (a segunda colheita datada de 2001) a configurar no ‘Top 100’ da revista Wine Spectator, na 19ª posição com 94 pontos, revelam.

“A ‘joint venture’ entre Bruno Prats, produtor de Bordéus, antigo proprietário do Château Cos d’Estournel, e a família Symington – maiores proprietários de vinhas do Douro, que contam com 27 quintas com aproximadamente mil hectares de vinha e com marcas como a Graham’s, Dow’s, Warre’s, Cockburn’s, Quinta do Vesuvio e Altano – revelou-se, desde logo, um verdadeiro sucesso. A parceria combina as tradições e o conhecimento de duas das maiores regiões de vinho do mundo, aplicando este conhecimento às castas únicas e ao terroir do ‘Douro Valley’”, contam os produtores.

Duetos de Brancos da Lavradores de Feitoria

‘Três Bagos’ e ‘Três Bagos Sauvignon Blanc’: 2016 assina dueto de brancos da Lavradores de Feitoria

‘Três Bagos’ e ‘Três Bagos Sauvignon Blanc’: sobejamente conhecido, este dueto de brancos da duriense Lavradores de Feitoria está já disponível na “versão” 2016. Dois vinhos que se complementam na “fórmula” – vinho de lote versus monocasta; castas típicas do Douro versus casta estrangeira – e na “forma” como podem enfrentar os desafios do Verão, estando a altura de momentos a solo, para refrescar do calor típico desta época, ou de uma mesa recheada de iguarias a preceito.
Duas referências conhecidas pela elegância, equilíbrio em boca e potencial de guarda em garrafa. Três características que definem a gama ‘Três Bagos’, cujo estágio em madeira não é muito prolongado a fim de manter viva a fruta determina o carácter das castas.
Sucessor do ‘Três Bagos branco 2015’ – vinho a que Mark Squires, crítico de vinhos da conceituada publicação eRobert Parker / The Wine Advocate atribuiu 90 pontos, em Setembro do ano passado –, a colheita de 2016 volta a resultar do lote de Viosinho, Gouveio e Rabigato – as castas brancas mais típicas do Douro –, com uvas de vinhas com 25 e 30 anos, das diferentes quintas dos produtores que compõem a Lavradores de Feitoria. Após a colheita e a selecção das uvas, 80% vinifica e estagia em inox, enquanto 20% é submetido aos processos de vinificação em barricas de carvalho francês novas, onde é também feito o estágio, durante cerca de 6 meses. No nariz, a fruta é intensa, a sobressair o ananás, a pêra e os citrinos, o que lhe confere a mineralidade e a frescura que garantem uma boa evolução em garrafa. Na boca, comprova-se a frescura e a riqueza da fruta, associada a algumas especiarias. Com uma acidez equilibrada, é um branco ‘todo-o-terreno’ na harmonização.
‘Três Bagos Sauvignon Blanc’: o nome não deixa dúvidas; estamos perante um monocasta. Um branco cujas uvas têm origem em apenas uma vinha, Valinhas, pertença da Casa de Mateus, em Vila Real. Este é o único ‘Três Bagos’ cuja origem das uvas não é das diferentes quintas da Lavradores de Feitoria, localizadas ao longo das três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior). Um branco exuberante, frutado e fresco no nariz, com aromas intrínsecos à casta: tropicais a lembrar manga, maracujá e ananás. O estágio de 4/5 meses em barricas de carvalho francês novas confere-lhe estrutura; a presença do ananás, uma boa acidez e um final equilibrado e persistente.