Três perguntas a Filipa Lobo da Silveira

Filipa Lobo da Silveira , produdora dos vinhos Solar dos Lobos

Quem é a Filipa Lobo Silveira ?

A Filipa Lobo da Silveira é uma mulher de 35 anos feliz!

A família em primeiro lugar como lema e um bebé lindo de 16 meses que se chama Sebastião!

Alentejana de gema que estudou Gestão de Empresas em Lisboa!

A paixão do vinho já vem dos avós, primeiro em part-time e depois de corpo inteiro!

Apaixonada pela psicologia e meditação.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Solar dos Lobos Reserva Bronze 2013 com Rabo de Boi estufado em Vinho Tinto no Restaurante Café Alentejo em Évora.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Para melhorar a experiência é preciso estar com tempo, respirar de forma consciente leva-nos a um despertar de todos os sentidos.

Depois o copo, a temperatura, a companhia (da boa que deve estar sempre presente) e o prato escolhido combinado com o vinho encaixam-se no puzzle da experiência da degustação.

Um vinho Solar dos Lobos para:

Partilhar com os amigos

Solar dos Lobos Trio 2013

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Solar dos Lobos Grande Escolha 2014

Levar para uma ilha deserta:

Solar dos Lobos Branco 2016

Para beber enquanto cozinha:

Solar dos Lobos Exclusive Collection Branco 2016

Para o final do dia:

Solar dos Lobos Tinto 2016

Da cave para beber agora:

Solar dos Lobos Grande Escolha 2009

Para um momento especial:

Solar dos Lobos Touriga Nacional 2014

Três Perguntas a João Portugal Ramos

João Portugal Ramos, produtor dos vinhos João Portugal Ramos 

Quem é o João Portugal Ramos ?

Um eterno apaixonado por vinhos e um lutador pelo justo reconhecimento dos vinhos portugueses

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Vila Santa Reserva Tinto 2015 com Perdiz Conventual.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Para lá do obvio (temperatura certa do vinho, copos de boa qualidade etc) acredito que acima de tudo não devem existir regras sobre que vinho beber em que momento e com que prato.

Devemos beber o vinho que nos apetece (branco, tinto, rosé, novo, velho) quando nos apetece e com o prato que nos apetece.

Esta é a melhor forma de apreciar um vinho – não nos submetermos a regras!

Um vinho João Portugal Ramos para:

Partilhar com os amigos

  Marquês de Borba Reserva 2011 

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Duorum O.Leucura 2011

Levar para uma ilha deserta:

Marquês de Borba Espumante Reserva 2014

Para beber enquanto cozinha:

João Portugal Ramos Alvarinho 2016

Para o final do dia:

Pouca Roupa Rosé 2016

Da cave para beber agora:

Foz de Arouce Vinhas de Santa Maria 2005

Para um momento especial:

 Estremus 2012

Três Perguntas a Júlio Bastos

Proprietário do Dona Maria – Vinhos 

Quem é o Júlio Bastos?

É um produtor apaixonado que procura marcar a diferença produzindo vinhos com a sua própria personalidade e carácter, preterindo a quantidade pela qualidade!

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Um Dona Maria Grande Reserva Tinto 2012 a acompanhar uma boa carne maturada de boi velho na brasa.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Além de bons copos e a temperatura certa, provar o vinho antes pois há vinhos que se forem decantados podem, eventualmente, perder qualidade.

Um vinho Dona Maria para:

Partilhar com os amigos
Uma garrafa magnum do Dona Maria Reserva 2005
Guardar e beber daqui a 10 anos:

 Júlio B. Bastos Alicante Bouschet 2004

Levar para uma ilha deserta:

Júlio B. Bastos Alicante Bouschet 2007

Para beber enquanto cozinha:

Dona Maria Amantis Reserva Tinto 2013

Para o final do dia:

 Dona Maria Petit Verdot 2013

Da cave para beber agora:

Monte Quinta do Carmo Garrafeira 1986

Para um momento especial:

Uma magnum de Quinta do Carmo Garrafeira 1987

Três perguntas a Filipa Pato e William Wouters

Filipa Pato & William Wouters

Quem é o a Filipa Pato e o William Wouters?

 

Filipa Pato & William Wouters são casal mágico unido pela paixão do vinho e da gastronomia.

A nossa filosofia é simples: Criar vinhos autênticos que espelham de forma fiel a sua origem.

Com o foco apenas nas castas tradicionais da Bairrada, trabalhamos exclusivamente com Baga, Bical, Arinto, Cercial e Maria Gomes.

A vinha é a nossa prioridade, e desde cedo abandonamos o uso de herbicida, em prol da saúde do solo e da biodiversidade na vinha.

Graças a uma investigação permanente das plantas envolventes, floresta e algumas cultivadas no nosso quintal, hoje utilizamos cerca de 15 plantas diferentes nos nossos preparados Biodinâmicos.
Na adega a intervenção é mínima, as uvas são selecionadas na vinha, fermentamos com leveduras indígenas e utilizamos métodos ancestrais como os lagares em madeira e ânforas.

O acompanhamento da evolução do vinho é feito de forma rigorosa para que cada vinho expresse a autenticidade das nossas vinhas velhas.

Em última análise, criamos vinhos “Terroir”, unindo o conhecimento, a arte e a natureza para produzir “sem maquilhagem”, cada vinho com o seu próprio caráter.

Filipa Pato – viticultora na Bairrada. Licenciada na Universidade de Coimbra em engenharia química, refinou as suas habilidades de produtora de vinhos fazendo colheitas em Bordeaux – França, Mendoza – Argentina, na Margaret River – Austrália e com seu pai, Luís Pato, o rebelde de Baga.

William Wouters – Chef / Sommelier / Restaurateur. William vem de uma família de”Restaurateurs” de Antuérpia, Bélgica. Sommelier champion, restaurateur e Ex-Chef da equipe nacional de futebol Belga no campeonato do mundo no Brasil e no campeonato europeu em França.

Juntos, Filipa e William compartilham todas as suas experiências: o amor pela gastronomia e o vinho, os encontros com grandes produtores de vinhos, Sommeliers e amantes do vinho de todo o mundo e a cultura mágica e inesgotável do mundo do vinho.

Hoje para A Filipa, O William, e os seus dois filhos, Óis do Bairro é o centro do seu universo.

Estão felizes em compartilhar toda a paixão dos ingredientes locais e do vinho.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Nossa Calcário Tinto 2015 100% Baga, com ensopado de carne “bairradinho” com puré batata.

Um vinho Filipa Pato para:

Partilhar com os amigos

3B Blanc de Blancs

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Território Vivo 2015

Levar para uma ilha deserta:

FP Bical e Arinto 2016

Para beber enquanto cozinha:

Post Quercus Bical 2015

Para o final do dia:

3B Rosé 

Da cave para beber agora:

Nossa Tinto 2013

Para um momento especial:

Espirito de Baga 

Três Perguntas a Paulo Laureano

Produtor e Enólogo Paulo Laureano 

Quem é o Paulo Laureano?

Enólogo, alentejano, português, apaixonado pelo que faz e que acredita na identidade e diferença dos vinhos portugueses como garantia de futuro desta bebida, neste maravilhoso pedaço de terra, no sudoeste da Europa.

 

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Dolium Escolha Branco 2016 (100% Antão Vaz dos xistos da Vidigueira) com umas vieiras salteadas servidas sobre um molho de cogumelos selvagens.

A receita é do Chef Pascal Meynard do Ritz Four Seasons em Lisboa e seria incapaz de a reproduzir. Mas a sopa de cação da minha mãe também não lhe fica a traz na combinação com este vinho.

 

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Considerando que a questão das temperaturas, dos copos e de tudo o que rodeia o serviço é algo já bem claro na cabeça do consumidor para uma melhor degustação, eu diria que um vinho se avalia sempre melhor se conseguirmos olhar para o “copo de maneira diferente”, procurando não beber o rótulo, mas sim toda a história que ele encerra.

Um vinho Paulo Laureano para:

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Paulo Laureano Genus Generationnes Miguel Maria Laureano Alfrocheiro 2014

Levar para uma ilha deserta:


Dolium Escolha Branco 2016

Para beber enquanto cozinha:

Paulo Laureano Bucelas Espumante Bruto 2010

Para o final do dia:


Paulo Laureano Selectio Tinta Grossa 2013

Da cave para beber agora:


Dolium Reserva Tinto 2001

Para um momento especial:

Dolium Reserva Tinto 2014

Três Perguntas a Francisco Antunes

Director de Enologia das Caves Aliança

Quem é o Francisco Antunes?

Lisboeta com 58 anos (casado, 3 filhas) dos quais 24 na Aliança. Licenciado em Engenharia Agrícola (U. Évora) e Enologia (U. Bordéus).

Enólogo de vinhos, espumantes, aguardentes e apaixonado tanto pela profissão como pela caça.

Radicado na Bairrada há cerca de 30 anos

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Espumante Baga Bairrada Bruto / Leitão à Bairrada

Galo caseiro assado no forno / Aliança Baga by Quinta da Dona Clássico Tinto 2011

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Bons copos com o espumante a 8ºC e o Tinto a 17ºC

Um vinho Aliança / Bacalhôa para:

Partilhar com os amigos

Aliança Baga Bairrada Reserva Bruto 2015

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Quinta dos 4 Ventos Douro Reserva Tinto 2013

Para beber enquanto cozinha:

Quinta da Garrida Encruzado Dão branco 2016 

Para o final do dia:

Aliança Baga Bairrada Reserva Bruto 2015

Da cave para beber agora:

Quinta da Garrida Touriga Nacional Dão tinto 2008

Para um momento especial:

Aliança Vintage Bruto 2010

Três Perguntas a Mariana Lança

António Lança Produtor e Mariana Lança Directora Geral da Herdade Grande 

Quem é a Mariana Lança?

Mariana Lança, 30 anos, filha de António Lança, produtor e fundador da marca há 20 anos.

Sendo a Herdade Grande um projeto familiar, com praticamente um século de existência, nasci e cresci acompanhando o desenvolvimento da empresa. Desde cedo percebi que a minha vida profissional tinha de ser rodeada de vinhas e olival. Das três filhas, sempre fui a mais ligada ao campo e em particular à Herdade Grande. Assim, apenas eu me licenciei em Engenharia Agronómica com mestrado em Viticultura e enologia, e após realização do meu estágio curricular em Adega reconhecida, integrei o projeto em 2011.

Pela paixão pelo projeto, decidi em 2014 trocar Lisboa pela Vidigueira.

Atualmente exerço funções de Diretora Geral, acumulando enologia/produção, área comercial e marketing.

A relação geracional que sempre existiu, continua agora entre pai e filha reforçando a qualidade dos nossos vinhos.

Vejo sobre mim um grande desafio:

Superar de forma consistente a qualidade de 20 anos de histórias à volta do vinho, ao longo dos quais os vinhos Herdade Grande conquistaram interna e externamente grandes classificações com destaque, recordando com saudade o meu Avô Eduardo e a Avó Maria Carlota que deste projeto fazem parte.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Sopa de Cação com o Herdade Grande Reserva Branco 2014

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

A utilização de copos adequados quer para brancos, quer para tintos, é muito importante.

No entanto, a temperatura é realmente “o fator” limitante da prova.

Dependendo sempre da temperatura ambiente, para os tintos aconselho abertura da garrafa a 14º para que suba até aos 16/17ºC por aquecimento natural dada a temperatura ambiente (19/20º).
Num dia de Verão, com temperaturas elevadas será conveniente 12º graus.

Para os brancos aconselho 7ºC, para que suba naturalmente até aos 9/10º.

Brancos com estágio, por exemplo o n/ Reserva Branco, aconselho sempre que o bebam a 10/12ºC.

Ultimamente tenho experienciado algo ao contrário que tem resultado.

Escolho 1º o vinho e só depois aquilo que o vai acompanhar. Tentarmos harmonizar uma refeição em pleno é dos maiores prazeres da vida.

Um vinho Herdade Grande para:

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Herdade Grande Tinto Grande Reserva 2013 – AML 70

Levar para uma ilha deserta:

Herdade Grande Branco Colheita Selecionada 2016

Para beber enquanto cozinha:

Herdade Grande Rosé 2016

Para o final do dia:

Herdade Grande Branco Colheita Selecionada Gerações 2016

Da cave para beber agora:

Herdade Grande Reserva 2009

Três perguntas a Jorge Moreira

Enólogo dos vinhos Poeira

Quem é o Jorge Moreira?

Sou um enólogo muito afortunado, apaixonado pelo que faço e com o enorme privilégio de trabalhar em empresas com realidades e características muito distintas. Num dia faço um lote de mil litros e no outro um de 1 milhão.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

O Poeira Tinto 2014 fica muito bem com lombinhos de carne Maronesa.

Grelhados e temperados com flor de sal e azeite poeira. Com umas batatas gratinadas em natas e pimenta a acompanhar.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

A temperatura e os copos são fundamentais.

A decantação também ajuda a que o vinho se mostre em pleno.

De resto, a melhor forma de se apreciar um vinho é mesmo com boa comida e excelente companhia.

Um vinho Poeira para:

Partilhar com os amigos
Poeira Tinto 2011

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Poeira Tinto 2011

Levar para uma ilha deserta:

 Poeira Tinto 2011

Para beber enquanto cozinha:

Pó de Poeira Branco 2013

Para o final do dia:

 Poeira Branco 2015

Da cave para beber agora:

Poeira tinto 2007

Para um momento especial:

 Poeira Ímpar 2009

Quem é o Pedro Pereira Gonçalves?

Pedro Pereira Gonçalves, 37 anos, desempenha hoje as funções de administrador do Monte da Ravasqueira, projeto que abraçou em 2012 e no qual tem os pelouros da enologia e produção, área comercial e marketing.

Licenciado em Engenharia Agronómica, com especialidade em Viticultura e Enologia pelo Instituto Superior de Agronomia de Lisboa, passou ainda pela UC Davis, universidade da Califórnia que é a referência internacional do sector e, já como gestor, pela Universidade Católica Portuguesa e Kellogg University em Chicago.

Começou a sua carreira com 23 anos, tendo acumulado experiência em várias regiões portuguesas, com destaque para o Douro, Ribatejo e Alentejo, além de ter trabalhado em diferentes países produtores de vinho como o Chile, Austrália e Nova Zelândia.

Em 2015, ganhou o prémio de Jovem Enólogo do Ano, atribuído na 8ª edição dos Prémios W, uma iniciativa do enólogo e reconhecido crítico de vinhos Aníbal Coutinho. Para esta distinção, muito contribuiu a abordagem inovadora e consistente que Pedro Pereira Gonçalves tem desenvolvido na criação dos vinhos do Monte da Ravasqueira, designadamente através da implementação de um conceito integrado que junta viticultura e enologia, e que tem permitido a obtenção de inúmeros e prestigiados prémios em concursos nacionais e internacionais.

Apaixonado pela vinha e pelo surf, Pedro Pereira Gonçalves encontrou no Monte da Ravasqueira um Alentejo diferente do habitual e uma equipa única, permitindo chegar a novos produtos, totalmente pioneiros em Portugal em matéria de vinho.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

MR Premium 2014 branco com Bacalhau na brasa com batatas a murro.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Nos tintos colocar qualquer que seja o vinho a 12ºC, abrir a esta temperatura e iniciar a prova a esta temperatura. Qualquer lugar, seja um restaurante ou casa está em media entre 19-21ºC o que vai fazer com a temperatura do vinho suba rapidamente, assim desta forma consegue ter perceção do vinho em todas as vertentes e conhecer todas as suas camadas à medida que a temperatura rapidamente sobe.

Um vinho Monte da Ravasqueira para:

Guardar e beber daqui a 10 anos:

MR Premium 2015 Branco

Levar para uma ilha deserta:

MR Premium 2016 Rosé

Para beber enquanto cozinha:

Monte da Ravasqueira 2016 Branco

Para o final do dia:

Monte da Ravasqueira Seleção do ano 2016 Tinto

Da cave para beber agora:

Monte da Ravasqueira Alvarinho 2012

Para um momento especial:

Monte da Ravasqueira Reserva da Familia 2016 Branco

Três Perguntas a Pedro Pintão

Diretor de vendas e marketing da Poças

Quem é o Pedro Pintão?

Diretor de vendas e marketing da Poças, empresa (quase!) centenária com raízes no Vinho do Porto e pioneira nos DOC Douro.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Vale de Cavalos 2007 com Ossobuco.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Ter a companhia certa.

Não há nada pior que abrir uma boa garrafa de vinho com quem não dá o devido valor.

Um vinho Poças Junior para:

Partilhar com os amigos

Poças Colheita 1992

Tenho alguns amigos que não gostam de Porto. É muito fácil convencê-los do contrário com este Colheita.

 Guardar e beber daqui a 10 anos:

Símbolo 2014 Tinto 

Levar para uma ilha deserta:

Poças Quinado

As ilhas desertas têm muito mosquito e o Quinado protege contra a malária!

Para beber enquanto cozinha:

Coroa d’Ouro Branco 2016

Para o final do dia:

Poças Dry White com água tónica e muito gelo. 

Os melhores são preparados pelo Zé Luís.

Da cave para beber agora:

Poças Reserva Tinto 2005

Para um momento especial:

Qualquer um! 

Três Perguntas a Rui Virgínia

Rui Virgínia, mentor do projeto Quinta do Barranco Longo

Quem é o Rui Virgínia ?

Pai dedicado a dois filhos extraordinários, casado, empresário agrícola e mentor do projeto Quinta do Barranco Longo.

Licenciado em Gestão de Empresas pela Universidade de Évora.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Remexido Branco nº3 com cataplana de polvo e batata doce.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Não vou dar uma dica!

Vou proporcionar uma grande experiência com o vinho, que pra mim, é aquela em que estamos a apreciar, a gostar muito, sem termos visto o rótulo e sem sabermos quem é o produtor ou a sua região de origem.

Um vinho Quinta do Barranco Longo para:

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Barranco Longo Reserva Alicante Bouschet 2013

Levar para uma ilha deserta:

Quê Espumante Branco Reserva Bruto Natural

Para beber enquanto cozinha:

BlushRose, Rosé Tête de Cuvée 2016

Da cave para beber agora:

Remexido Tinto nº1 (Colheita 2008)

Para um momento especial:

Chrysoperla Tinto, Limited Edition