Monte da Ravasqueira apresenta ao Mercado o Reserva da Família Tinto 2015

O Monte da Ravasqueira acaba de apresentar ao mercado o novo Reserva da Família Tinto 2015. Um vinho especial que homenageia a família José de Mello através da produção de um reserva que tem origem na viticultura de precisão e na escolha das parcelas que melhor representam o perfil de vinho deste tinto.

O vinho Ravasqueira Reserva da Família Tinto 2015 é o resultado de uma análise profunda da vinha, da qual resultou a seleção dos talhões das castas que mais se destacaram pela sua elegância, concentração e carácter, as características-pilar desta gama Reserva. Os solos e a topografia únicos do Monte da Ravasqueira permitem destacar zonas da vinha com maior equilíbrio e potencial, permitindo, assim, separá-las para dar origem a este vinho.

Foi produzido a partir das Castas Syrah e Touriga Nacional, vindimadas manualmente, num equilíbrio que resulta a sua cor grená profunda e opaca.

OURO E PRATA PARA A ADEGA DE MONÇÃO NA EDIÇÃO CATAVINUM WORLD WINE & SPIRITS 2018

A Adega de Monção recebeu quatro medalhas, duas de ouro e duas de prata, na 7ª edição do concurso internacional Catavinum World Wine & Spirits, que se realizou no passado mês de fevereiro, em Espanha. O Alvarinho Deu La Deu Reserva e Alvarinho Deu La Deu Premium foram distinguidos com ouro e o Muralhas de Monção 2017 e Alvarinho Deu La Deu 2016 com prata.

 

Ouro e Prata para Deu la Deu e Muralhas de Monção

O Alvarinho Deu La Deu Premium, de 2015, distinguido com medalha de ouro, é um verde branco macio, encorpado e seco. Produzido a partir de uma seleção das melhores uvas da casta Alvarinho, evidencia a presença de frutos secos em harmonia com a madeira, resultante do estágio de quatro meses em cascos novos de carvalho Francês e Americano.

Já o Alvarinho Deu La Deu Reserva, de 2015, também vencedor de ouro, é um verde branco elaborado com casta Alvarinho proveniente de vinhedos antigos. Limpo e fresco, com forte presença do aroma a flor de laranjeira, maracujá, pêssego e alperce, é um vinho macio e encorpado, onde sobressaem os sabores frutais.

Com medalha de prata, o Alvarinho Deu La Deu, de 2016 ( na foto)  é um vinho branco seco de caráter frutado, com predominância de frutos de prunóideas, com algumas nuances a frutos tropicais e algum caráter floral, ideal para acompanhar carnes brancas, marisco e peixe.

Líder de vendas da Adega de Monção, o Muralhas de Monção, de 2017 conquistou nesta competição a medalha de prata. É um branco equilibrado, persistente, macio e seco, com carácter predominantemente frutado, onde se destacam os aromas de prunóideas (pêssego, alperce, resultantes da elevada percentagem de vinho da casta Alvarinho.

A Adega de Monção, que faturou 14 milhões de euros em 2017, representa mais de 1700 produtores e uma área de vinhas de mais de 1200 hectares, 60 por cento das quais da casta Alvarinho. É, atualmente, líder de vendas na Região dos Vinhos Verdes.

Setembro A Vida Inteira – Documentário cinematográfico e intimista sobre o mundo do vinho

“Setembro A Vida Inteira”, assim se chama o primeiro documentário cinematográfico da jornalista Ana Sofia Fonseca. Uma produção independente, a cargo da Carrossel Produções, e com a realização da autora, que chega às salas de cinema portuguesas dia 15 de Março, na sessão das 19h30. Estará em exibição nos Cinema City de Alvalade (Lisboa), Setúbal e Leiria.

Ana Sofia Fonseca vai estar presente em algumas sessões, onde partilhará as experiências que teve ao longo da rodagem deste filme. Nos dias 15 e 16, no Cinema City Alvalade, e a 17 e 18, no Cinema City Setúbal. Sempre, às 19h30. A ante-estreia é dia 14 de Março, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, e conta com a presença da realizadora e de várias personalidades do mundo do vinho.

O filme teve estreia mundial num festival internacional de cinema nos Estados Unidos, o ‘International Wine Film Festival’, e estreia europeia em Espanha, no ‘MOST International Wine & Cava Film Festival, onde recebeu o mais importante galardão do festival – o Grande Prémio do Júri. Os jurados destacaram a qualidade cinematográfica, narrativa e estética.

Porque nada fermenta como uma boa história, “Setembro A Vida Inteira” é uma longa-metragem com uma linguagem intimista e cinematográfica, onde as histórias das gentes do vinho são passaporte para descobrir Portugal. Numa altura em que o vinho português começa a ser reconhecido internacionalmente, este documentário é o seu retrato íntimo. Um convite à reflexão sobre a alquimia do vinho, a relação entre quem tem a terra e quem a trabalha. Mas este é também um filme sobre paixão, liberdade e fé.

Ana Sofia Fonseca: histórias do vinho, da escrita ao cinema

Licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa, Ana Sofia Fonseca é jornalista. As histórias de vida e os temas de direitos humanos preenchem uma grande parte do seu currículo e já a levaram a África, às Américas, à Ásia e a calcorrear a Europa. Conhece Portugal de trás para a frente. De vez em quando escreve sobre o vinho. Fez parte da equipa da revista ‘Grande Reportagem’ e escreveu para as principais publicações portuguesas. O documentário veio mais tarde, caminho esse que a levou a assinar programas, como “Histórias Com Gente Dentro” e “O Meu Pequeno Mundo”, entre várias reportagens. O seu trabalho valeu-lhe o reconhecimento através do Prémio Gazeta, do Prémio AMI Jornalismo Contra a Indiferença, do Prémio Direitos Humanos e Integração da UNESCO, do Corações Com Coroa. O documentário “A Janela” foi seleccionado para o Doc Miami Film Festival. No mundo dos livros, a estreia aconteceu com “Barca Velha – Histórias de um Vinho”, seguindo-se “Angola Terra Prometida”, “Capitãs de Abril”, “Cada Garrafa Conta uma História”, “Raízes” e o romance “Como Carne em Pedra Quente”.

O ponto de partida para o enredo de ‘Setembro A Vida Inteira’ aconteceu, em 2003, altura em Ana Sofia Fonseca estava a escrever o livro “Barca Velha – Histórias de um Vinho”, quando, ao entrar no sótão da casa de Maria Luísa Olazabal, na Quinta do Vale Meão, no Douro Vinhateiro, se deparou com um cenário digno de um filme. Em Setembro de 2015 iniciava a rodagem. O resultado é um filme que conta histórias de vida, onde o que se destaca é a natureza humana, muito à semelhança do que jornalista tem vindo a fazer ao longo da sua carreira.

A banda-sonora é uma adaptação assinada por Jorge Palma do fado “Oiça lá, ó Senhor Vinho”, tornado célebre por Amália Rodrigues.

Facebook: setembroavidainteira

Herdade do Rocim lança Olho de Mocho Tinto Reserva 2015

A frescura do mediterrâneo num tinto firme e persistente. 

A nova colheita Olho de Mocho Tinto Reserva 2015 é o resultado do melhor que podemos encontrar na Vidigueira. As vinhas da Herdade do Rocim beneficiam de um clima tipicamente mediterrânico, este microclima é um dos mais temperados do Alentejo. A aposta da Catarina Vieira e do Pedro Ribeiro nas castas Alicante Bouschet,Tinta Miúda e Petit Verdot resultam num tinto de cor ruby profunda e concentrada que acompanha bem carnes vermelhas ou simplesmente uma boa mesa de queijos.

 

 

 

 

 

 

 

Novo Soalheiro Clássico 2017 Inseparável da Gastronomia Oriental

Um Soalheiro 100% Alvarinho e efetivamente um clássico que leva o Vinho Verde Alvarinho de Monção e Melgaço aos quatro cantos do mundo. 

O Soalheiro clássico é a mais consensual das dimensões do Soalheiro e aquela que melhor acompanha a gastronomia leve e descontraída.

Ideal para acompanhar mariscos, pratos de peixe, pratos de carne de aves e massas, encaixa na perfeição os sabores da gastronomia portuguesa e é, efetivamente, inseparável da gastronomia oriental (sashimi, sushi, dim sum, guiozas, …).

É com satisfação que a Quinta de Soalheiro vê a recém-lançada versão 2017 do Soalheiro Clássico galardoada com Duplo Ouro na edição 2018 do maior concurso de vinhos do Japão: SAKURA – Japan Women’s Wine Awards.

 

Soalheiro Clássico 2017 

 

Dia do Pai com Visitas de Enoturismo Gratuitas na José Maria da Fonseca

Visitas guiadas de Enoturismo gratuitas com prova de 2 vinhos no Alentejo e em Setúbal

A José Maria da Fonseca quer proporcionar aos seus visitantes de Enoturismo um Dia do Pai diferente do habitual, com um programa vínico e cultural. No dia 24 de Março, sábado, as visitas guiadas de Enoturismo à Casa Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão, e à Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz, são gratuitas e incluem uma prova de 2 vinhos.

Azeitão, Setúbal

Na visita à Casa Museu José Maria da Fonseca, os visitantes podem deslumbrar-se com o edifício construído no séc. XIX e um jardim resplandecente, apreciar três adegas históricas (Adega da Mata, Adega dos Teares Novo e Adega dos Teares Velhos), além de ficarem a conhecer mais sobre a história da empresa. A visita termina na loja de vinho, onde além de todo o portefólio de vinhos da José Maria da Fonseca, os visitantes têm à sua disposição produtos gourmet regionais (queijos, compotas, Esses de Azeitão, etc.).

Reguengos de Monsaraz, Alentejo

Em pleno interior alentejano, em Reguengos de Monsaraz, os visitantes percorrem duas adegas com estilos muito distintos mas que combinam na perfeição a tradição com a inovação: na Adega dos Potes estão localizadas 114 ânforas de barro, com um método de fermentação ancestral e raríssimo e na Adega Moderna estão 44 tanques de inox com toda a tecnologia de vinificação indispensável para a produção de vinhos brancos e tintos.

Dois Programas de Enoturismo para o Dia do Pai 

Os dois programas de visitas de Enoturismo para o Dia do Pai estão limitados a 50 pessoas (Casa Museu José Maria da Fonseca) e 40 pessoas (Adega José de Sousa), mediante reserva prévia.

Casa Museu José Maria da Fonseca
(Azeitão, Setúbal)

Sábado, 24 de Março, às 11h
Visita guiada com prova de 2 vinhos gratuita para visitantes acompanhados pelo pai
Reserva prévia para [email protected] ou 212198940
Oferta limitada até 50 pessoas
Visitas em Português

Adega José de Sousa
(Reguengos de Monsaraz, Alentejo)

Sábado, 24 de Março, às 11h
Visita guiada com prova de 2 vinhos gratuita para visitantes acompanhados pelo pai
Reserva prévia para [email protected] ou 266502729
Oferta limitada até 40 pessoas
Visitas em Português

 

 

 

                                                                                                             

                                                                                                            

                                                                                                                                                                                                                                            

 

ESPORÃO COLHEITA EM DESTAQUE NA WINE SPECTATOR E CONSIDERADO SMART BUY

 

Esporão Colheita Tinto 2015 está em destaque na capa e na lista de Smart Buys da revista americana Wine Spectator como “um tinto encantador”.  O Esporão foi o único produtor português destacado, na edição de Fevereiro da publicação americana, como um dos 60 viticultores do mundo inteiro a visitar, devido à sua excelência e boa relação qualidade-preço.

 A publicação, com 3,5 milhões de leitores estimados em todo o mundo, enaltece na nota de prova do Esporão Colheita Tinto 2015 “a groselha refrescante, a ameixa vermelha e as amoras presentes neste tinto encantador equilibram com a pimenta branca e as notas verdes e críticas. Os detalhes minerais e a acidez pungente arredondam o final ligeiramente tânico”. Este tinto é o primeiro vinho da Herdade do Esporão concebido apenas com recurso a meios de produção biológicos, com o objetivo claro de preservar a autenticidade das uvas e do seu terroir.

Na lista de Smart Buys estão também dois outros vinhos do Esporão: o Monte Velho Branco 2016 e o Esporão Reserva Tinto 2014. No Esporão Reserva Tinto 2014 é destacada a concentração de amoras, anis, ameixa e moca. Já no Monte Velho Branco 2016 o destaque vai para as notas ligeiras de casca de melão, pêssego e maçã, acabando por se tornar num “branco de leve a médio corpo, com detalhes minerais, que cercam o final cremoso”.

No perfil da Herdade do Esporão, Gillian Sciaretta elogia o trabalho da equipa de enologia liderada pelo australiano David Baverstock, que observa e analisa 40 castas de uva que crescem nos solos predominantemente graníticos, xistosos e arenosos.

“O gracioso Esporão Reserva Tinto e o encantador Colheita Tinto são blends de castas autóctones e internacionais, com o Reserva a estagiar em barricas de carvalho novas e velhas e o Colheita a estagiar em tanques de betão. O mineral e picante Monte Velho Branco é um blend das castas Antão Vaz, Roupeiro e Perrum estagiadas em cubas de inox”, conclui G.S.

Lavradores de Feitoria aposta em nova identidade na gama de vinhos ‘Três Bagos’

Três é a conta que Deus fez!

E que assenta na perfeição neste novo capítulo da gama ‘Três Bagos’. A duriense Lavradores de Feitoria estreia uma nova imagem para a marca bandeira do seu portefólio – a que se juntam a homónima Lavradores de Feitoria, Meruge, Quinta da Costa das Aguaneiras, Cheda e Gadiva. Esta é a terceira “colecção” da roupagem ‘Três Bagos’, sendo que pelo meio houve a integração do novo logótipo da Lavradores de Feitoria nos rótulos. Uma novidade cuja estreia coube ao ‘Três Bagos Reserva tinto 2015’, precisamente a terceira colheita desta referência báquica. Segue-se o ‘Três Bagos Grande Escolha tinto 2014’, prestes a chegar ao mercado.

 

Um restyling, a cargo da M&A Creative Agency – a mesma empresa que desenvolveu a nova identidade institucional da Lavradores de Feitoria –, onde o trio de bagos foi invadido pelas curvas sinuosas do Douro Vinhateiro, e um vinho que aquece a alma nos dias em que os termómetros descem ao sabor da estação.

 

Feito a partir das castas Tinta Roriz (40%), Touriga Nacional (25%) e Touriga Franca (35%) de vinhas com mais de 30 anos, o DOC Douro ‘Três Bagos Reserva tinto 2015’ fermentou, durante o processo de vinificação, em cubas de inox, ao que se seguiu o estágio de 50% em inox, 25% em barrica nova e os restantes 25% em barrica de segundo ano.

 

Na cor é dominado pelo vermelho vivo e denota um aroma frutado, sobretudo a fruta vermelha bem madura, com destaque para a ameixa e a amora silvestre, com as quais a madeira “casa” na perfeição, ou seja, está bem integrada e discreta, tornando este ‘Reserva’ um vinho elegante, equilibrado e muito agradável. Na boca é muito saboroso, bem estruturado e elegante, com notas de fruta madura, taninos suaves e uma acidez muito equilibrada, características que lhe confere harmonia e promove a longevidade. Apresenta um final longo e bastante saboroso.

SOALHEIRO ALLO DIZ “ALÔ” 2017

Vamos descobrir um Alvarinho e Loureiro pleno de leveza e sobriedade.

Aprecia um vinho leve mas elegante?
Então tem de descobrir a versão 2017 do Soalheiro ALLO.

Ideal como aperitivo ou para acompanhar mariscos, pratos de peixe ou pratos de carnes de aves, trata-se de um vinho pleno de leveza e sobriedade que mistura na perfeição as castas Alvarinho e Loureiro.

De álcool mais moderado, este vinho branco com um equilíbrio impar, destaca o Alvarinho cheio de frutos tropicais e estrutura que contrasta com o Loureiro floral e pleno de elegância.

O resultado?
Um vinho de cor amarela citrina e de aroma elegante e mineral, onde o Alvarinho confere estrutura e o Loureiro a distinção aromática.
Sem dúvida… um paladar a descobrir!

VINDIMA 2017
PRECOCE, MAS COM UM FINAL EXTRAORDINÁRIO. 

A vindima mais precoce que já alguma vez se realizou no Soalheiro.

Iniciada no final de agosto, a vindima desta colheita foi a mais precoce que já alguma vez se realizou no Soalheiro, mas desvendou um equilíbrio excecional dos Alvarinhos e dos Loureiros da região.

A precipitação, nos meses de verão, em especial nos meses de julho e agosto, foi muito baixa e as temperaturas, durante o dia, registaram-se moderadas a elevadas. Contudo, foram as noites frias caraterísticas deste terroir que favoreceram uma maturação lenta e a preservação dos aromas.

No final de agosto, o ponto ideal de maturação estava atingido. Com um início de setembro seco e de temperaturas moderadas, o final de vindima verificou-se extraordinário.

Três perguntas a Filipa Lobo da Silveira

Filipa Lobo da Silveira , produdora dos vinhos Solar dos Lobos

Quem é a Filipa Lobo Silveira ?

A Filipa Lobo da Silveira é uma mulher de 35 anos feliz!

A família em primeiro lugar como lema e um bebé lindo de 16 meses que se chama Sebastião!

Alentejana de gema que estudou Gestão de Empresas em Lisboa!

A paixão do vinho já vem dos avós, primeiro em part-time e depois de corpo inteiro!

Apaixonada pela psicologia e meditação.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Solar dos Lobos Reserva Bronze 2013 com Rabo de Boi estufado em Vinho Tinto no Restaurante Café Alentejo em Évora.

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Para melhorar a experiência é preciso estar com tempo, respirar de forma consciente leva-nos a um despertar de todos os sentidos.

Depois o copo, a temperatura, a companhia (da boa que deve estar sempre presente) e o prato escolhido combinado com o vinho encaixam-se no puzzle da experiência da degustação.

Um vinho Solar dos Lobos para:

Partilhar com os amigos

Solar dos Lobos Trio 2013

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Solar dos Lobos Grande Escolha 2014

Levar para uma ilha deserta:

Solar dos Lobos Branco 2016

Para beber enquanto cozinha:

Solar dos Lobos Exclusive Collection Branco 2016

Para o final do dia:

Solar dos Lobos Tinto 2016

Da cave para beber agora:

Solar dos Lobos Grande Escolha 2009

Para um momento especial:

Solar dos Lobos Touriga Nacional 2014