Lançamento Chryseia 2015

A parceria Prats & Symington deu origem a um novo vinho que foi apresentado esta semana – o Chryseia 2015.

De acordo com os produtores, “o Chryseia 2015 foi produzido a partir de uma rigorosa seleção de uvas provenientes das vinhas da Prats & Symington, localizadas nas Quintas de Roriz e da Perdiz. A Quinta da Vila Velha, propriedade de um membro da família Symington e vizinha da Quinta de Roriz, também deu o seu contributo, tal como tem acontecido em todas as edições anteriores do Chryseia.”

As famílias Prats e Symington fazem parte de uma nova geração de produtores de Douro DOC. A vontade das duas famílias em produzir vinhos de excelência levou a que o vinho Chryseia tenha sido o primeiro vinho tranquilo português (a segunda colheita datada de 2001) a configurar no ‘Top 100’ da revista Wine Spectator, na 19ª posição com 94 pontos, revelam.

“A ‘joint venture’ entre Bruno Prats, produtor de Bordéus, antigo proprietário do Château Cos d’Estournel, e a família Symington – maiores proprietários de vinhas do Douro, que contam com 27 quintas com aproximadamente mil hectares de vinha e com marcas como a Graham’s, Dow’s, Warre’s, Cockburn’s, Quinta do Vesuvio e Altano – revelou-se, desde logo, um verdadeiro sucesso. A parceria combina as tradições e o conhecimento de duas das maiores regiões de vinho do mundo, aplicando este conhecimento às castas únicas e ao terroir do ‘Douro Valley’”, contam os produtores.

Duetos de Brancos da Lavradores de Feitoria

‘Três Bagos’ e ‘Três Bagos Sauvignon Blanc’: 2016 assina dueto de brancos da Lavradores de Feitoria

‘Três Bagos’ e ‘Três Bagos Sauvignon Blanc’: sobejamente conhecido, este dueto de brancos da duriense Lavradores de Feitoria está já disponível na “versão” 2016. Dois vinhos que se complementam na “fórmula” – vinho de lote versus monocasta; castas típicas do Douro versus casta estrangeira – e na “forma” como podem enfrentar os desafios do Verão, estando a altura de momentos a solo, para refrescar do calor típico desta época, ou de uma mesa recheada de iguarias a preceito.
Duas referências conhecidas pela elegância, equilíbrio em boca e potencial de guarda em garrafa. Três características que definem a gama ‘Três Bagos’, cujo estágio em madeira não é muito prolongado a fim de manter viva a fruta determina o carácter das castas.
Sucessor do ‘Três Bagos branco 2015’ – vinho a que Mark Squires, crítico de vinhos da conceituada publicação eRobert Parker / The Wine Advocate atribuiu 90 pontos, em Setembro do ano passado –, a colheita de 2016 volta a resultar do lote de Viosinho, Gouveio e Rabigato – as castas brancas mais típicas do Douro –, com uvas de vinhas com 25 e 30 anos, das diferentes quintas dos produtores que compõem a Lavradores de Feitoria. Após a colheita e a selecção das uvas, 80% vinifica e estagia em inox, enquanto 20% é submetido aos processos de vinificação em barricas de carvalho francês novas, onde é também feito o estágio, durante cerca de 6 meses. No nariz, a fruta é intensa, a sobressair o ananás, a pêra e os citrinos, o que lhe confere a mineralidade e a frescura que garantem uma boa evolução em garrafa. Na boca, comprova-se a frescura e a riqueza da fruta, associada a algumas especiarias. Com uma acidez equilibrada, é um branco ‘todo-o-terreno’ na harmonização.
‘Três Bagos Sauvignon Blanc’: o nome não deixa dúvidas; estamos perante um monocasta. Um branco cujas uvas têm origem em apenas uma vinha, Valinhas, pertença da Casa de Mateus, em Vila Real. Este é o único ‘Três Bagos’ cuja origem das uvas não é das diferentes quintas da Lavradores de Feitoria, localizadas ao longo das três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior). Um branco exuberante, frutado e fresco no nariz, com aromas intrínsecos à casta: tropicais a lembrar manga, maracujá e ananás. O estágio de 4/5 meses em barricas de carvalho francês novas confere-lhe estrutura; a presença do ananás, uma boa acidez e um final equilibrado e persistente.

Novos Lançamentos – António Maçanita Winemaker

A Fitapreta Vinhos anuncia o lançamento dos seus novos vinhos signature series, nomeadamente o “Baga ao Sol 2014”. Carismática e famosa pela sua frescura e rusticidade, a Baga marca tanto um estilo de vinho como a identidade de toda uma região. Este vinho é o primeiro 100% Baga produzido no Alentejo, e ensaia a casta mais a sul, onde o xisto, sol e o calor, permitiram outros patamares de maturação. O resultado… é a Baga como nunca a provámos, sem nunca deixar de ser ela própria.

Fresco e perfeito para o Verão , chega também o “Rosé da Fitapreta Cuvée edição nº 2”. Um Rosé “não datado” que junta a frescura das colheita mais jovens, com a complexidade do estágio sobre borra, que apenas as colheitas mais antigas podem dar. Fino e complexo, sem nunca deixar de ser fresco e simples, como um grande Rosé deve ser.

Ambos chegarão ao mercado na semana de 9 a 14 de Junho.

Dos Açores chegam pela Azores Wine Company, o “Terrantez do Pico 2016”, feito a partir de uvas maiori-tariamente vindimadas na ilha de São Miguel e transportadas para ilha do Pico, este vinho apresenta-se fresco, com boa acidez e uma grande componente salina.
Chega também o “Verdelho o Original 3 Ilhas 2016,” este vinho, fresco mineral e salino, tem a matriz das castas e Terroir Açorianos, mas com um aroma mais exuberante, mais tropical, mais ananás e maracujá, de fruta fresca com acidez, este Verdelho é o “Original”, o das ilhas, o da frescura e da salinidade.

Vai ser lançado ainda o “Arinto dos Açores Sur Lies 2016”, Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, apresenta aroma mineral puro, citrino, com notas de toranja. Ataque tenso, fresco com uma mineralidade e acidez muito presentes, boa persistência e notas salinas.
Este vinho é designado como Sur lies (sobre borras), transfega após 24h para cubas de fermentação de 600-1000l deitadas como barricas, sendo os mostos durante a fermentação sujeitos a “battônage”.

Estes vinhos dos Açores chegarão ao mercado na primeira semana de Agosto.